Moradores de Salgadinho enfrentam semanas sem água e dependem de trator para abastecer casas
Moradores da cidade de Salgadinho, no Sertão da Paraíba, estão enfrentando dificuldades com o abastecimento de água. Segundo relatos encaminhados à reportagem, algumas localidades do município estão há cerca de um mês sem receber água regularmente nas torneiras.
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Um dos relatos é de uma moradora que possui uma academia na Rua José Maciel de Souza, no Centro de Salgadinho. Segundo ela, o estabelecimento está há mais de 15 dias sem receber água. A moradora afirma que, ao entrar em contato com a Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa), recebe a informação de que o abastecimento estaria normalizado, mas a situação constatada no imóvel é diferente.
“Quando entra em contato, eles dizem que o abastecimento está normal, mas nas torneiras não tem um pingo de água”, relatou. Ainda segundo a moradora, na quarta-feira (23) teria chegado água em algumas ruas da cidade, porém a Rua José Maciel de Souza e outras localidades continuaram sem abastecimento.
De acordo com outros relatos enviados à reportagem, a situação seria ainda mais grave nas áreas mais altas de Salgadinho, onde algumas famílias estariam há aproximadamente um mês sem receber água. Diante do problema, um trator disponibilizado pela Prefeitura Municipal estaria sendo utilizado para abastecer residências que enfrentam o desabastecimento.
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A situação também estaria afetando moradores da zona rural, que, segundo os relatos, enfrentam dificuldades para ter acesso ao abastecimento e também dependem de ações para receber água. A ausência de informações mais detalhadas sobre a causa do problema tem gerado preocupação entre os moradores.
A reportagem procurou a Cagepa para obter esclarecimentos sobre a situação do abastecimento em Salgadinho, especialmente nas localidades que permanecem sem água mesmo após registros de normalização em algumas áreas.
Em resposta, a companhia informou: “Estou enviando a reclamação ao setor responsável para averiguação.”
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Até a publicação desta matéria, não foram apresentados detalhes sobre a causa do desabastecimento, nem uma previsão para a regularização completa do fornecimento nas áreas afetadas.
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